E se eu dissesse que não existimos?
Parei para pensar, e olhei tudo a minha volta. O que define que tudo é tudo? Que cada coisa tem uma consistência, um formato, um movimento. Inanimadas ou não seguimos leis, que com o tempo o homem foi “desvendando-as”.
Química e física “explicam” essas leis, gravidade,velocidade,força,formas físicas,temperatura,consistência.... descobrimos átomos, moléculas, partículas....
Mas, como? Porque? Porque existem essas “leis”, porque cada coisa parece ter sua função nesse mundo, porque tudo se encaixa de certa forma. Nossa perfeição são as imperfeições! E todas elas regem em uma harmonia.
Parece tão ilógico e ao mesmo tempo parece tão lógico. Nossa realidade, seria mesmo real? Tudo isso, como funcionam as coisas, porque funcionam assim? Por mais que chegamos perto das respostas e adquirimos conhecimentos, mais dúvidas surgem, e mesmo que cheguemos a alguma resposta, eu pergunto por que é assim e não de outro jeito?
Pode parecer bobagem, mas é questão de ponto de vista de cada um. O mais incrível é que temos consciência, temos “liberdade” de pensamento, afinal eu estou questionando a “realidade”, porque sou capaz de fazer tal coisa? Podem estar acontecendo inúmeras reações químicas em meu cérebro agora, mas para chegar em tal pensamento não há em nenhuma lei. (e ainda pergunto porque essas reações são capazes de criar esses pensamentos, coisas imateriais, tão complexa...).
Não há resposta pra nada.
As coisas só parecem seguir um raciocínio, são feitas para que pareçam o mais real e racional possível, mas não são.
Por essas questões e por outras levam o homem a ter fé, e crer em um ser superior.
Eu creio. Talvez haja muitas pessoas que não, ou que tenha dúvidas, eu não tenha absolutamente nada contra, afinal vai de cada um crer em que quiser. Mas a palavra porque mostra que é difícil não ter nada legislando por toda essa perfeição que a “realidade” segue.
sábado, 29 de novembro de 2008
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