sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Capítulo 1 - Ele

"Guerras.
Destruição.
Poluição.
Preconceito.
Violência.
Conseqüências.

Às Vezes nos esquecemos que somos feitos a imagem de alguém superior.
Se lembrarmos disso e acreditarmos nisso, podemos fazer coisas incríveis.
Um faz a diferença.Mas, será que pode mudar o mundo? Será que o mundo pode ser mudado? Será que ele quer ser mudado?
Do mesmo modo que o bem faz coisas incríveis, o mesmo vale para o oposto.
Está na hora de saber, quem está mais forte.
O bem.
Ou o Mal."


Sou Lenon Kenshiro, atualmente tenho 15 anos, cabelos negros, estou o deixando crescer, olhos castanhos escuro, e estudante, é, não sou bom com auto descrição.
Estava acontecendo algo estranho, que era manchete em todos os noticiários: Jovens entre 12 à 18 anos mais ou menos, eram assassinados, com poucos ferimentos, mas o suficiente para tirar-lhes sangue e com o mesmo uma mensagem era escrita perto ao corpo da vítima: "Um novo tempo há de vir."
As mortes ocorriam em muitos estados, e até mesmo em outros países, as autoridades não conseguiam achar uma pista se quer, mas especulavam dizendo que era um tipo de gangue que quer aparecer.
Meus pais estavam muito preocupados, quer dizer, qualquer pai que tem um filho jovem está.
Mas eu mal sabia que estaria envolvido diretamente com esses fatos.

Era um sábado, saia da escola, onde estava ensaiando para uma peça de teatro que seria na outra semana. Me despedi de Nick e Diana, meus melhores amigos, e então rumava para casa. Passava por uma rua deserta, o tempo estava frio e céu nublado, eu sentia uma sensação estranha dentro de mim, uma atmosfera sombria predominava aquele trecho, apertava o ritmo, para chegar logo em casa, quando senti meu pescoço apertar, minha vias respiratórias se fechavam, eu colocava minha mão no pescoço para tentar me livrar daquilo, ajoelhava no chão,e cada vez mais me sentia sufocado, então, forcei meus pulmões, e consegui sentir o ar passar novamente por dentro do meu corpo, foi um alívio e tanto. Aos pouco me levantava, foi extremamente estranho, eu nunca tive problemas respiratórios, mas mesmo assim, a sensação que senti, era de que alguém tentava me sufocar com as próprias mãos.
Assustado continuei seguindo meu caminho,mas por um piscar de olhos, surgia alguém a minha frente, somente ele e eu naquela rua. Era alto, cabelos negros com mechas brancas nas laterais, bigode e cavanhaque, e um sorriso sarcástico no rosto. Seu corpo inteiro era coberto por um manto, e no pescoço, uma gola de pêlos.
Ele se aproximava de mim.
-Estou surpreso meu amigo, livrou-se de meu sufocamento.Bravo!
Eu estava sem reação, a medida que ele se aproximava eu recuava.
-Calma Lenon, serei breve.
Ele sabia meu nome, seria breve? Com o que? Antes mesmo de terminar esse pensamento, sentia uma enorme pressão em meu estômago, ele me desferia um soco.Eu cuspia sangue, tombava, minha visão turvava tudo ficava escuro.
Sentia uma dor imensa na barriga, não conseguia me mover, mas no fundo de meu consciente ouvia uma voz familiar:
-O que você fez homem! Para trás, deixe-o em paz.
Era meu Professor de matemática, ele também estava na escola, devia estar indo para sua casa.
Conseguia abrir os olhos, minha visão estava embaçada, e em instantes, via um borrão vermelho na face de meu professor, e o homem que me interceptara, estava logo a frente dele. Meu professor tombava ao chão, com sua face ensangüentada, não sei o que aquele homem fez para isso acontecer, mas com uma subta força de vontade, ergui-me e sem pensar, avancei contra o homem, desferia socos, tentava qualquer tipo de colisão contra ele, em vão, ele desviava-se com sutileza de meus brutos golpes, estava ofegante.
-Monstro! O que fez com ele!???
-Nossa, você é interessante, primeiro resiste ao meu sufocamento depois ao meu golpe, e ainda se levanta e tem forças para me atacar!
Estava acabado, parava com os golpes, e me sentia tonto.
-Então é você?
Ele dizia olhando para meus olhos.Em seguida ele sorria e virava as costas.
-Nos encontraremos em breve, Lenon.
Ele virava em um beco e sumia na escuridão.
Eu caia de joelhos, e começava a chover, engatinhando, ia até o corpo de meu professor jogado ao chão, com sua face pipocada e manchada com se próprio sangue.Estava Morto.


-Então é você?-Ele dizia olhando para meus olhos.

Um comentário:

Unknown disse...

*o* mara

o começo me lembrou death note, tirando a parte das vítimas :)